segunda-feira, 18 de junho de 2012

Yoko Ono parabeniza Paul McCartney por 70 anos: "muito amor"


Yoko Ono fez questão de parabenizar o ex-Beatle Paul McCartney por seus 70 anos de vida, na manhã desta segunda-feira. Pelo Twitter, a viúva de John Lennon (1940-1980), publicou uma mensagem carinhosa em seu perfil no microblog: "Dear @PaulMcCartney: Happy, Happy Birthday, Paul! Lots and lots of love, yoko" ("Feliz aniversário, querido Paul! Muito, muito amor", em tradução livre), escreveu.

Paul e Yoko já tiveram suas discórdias no passado: acusada de ter destruído os Beatles, a viúva de Lennon só fez as pazes com o aniversariante em 2011, durante a estreia de um documentário que conta a vida de George Harrison, guitarrista da banda, morto em 2001 - e onde ambos aparecem juntos.

domingo, 17 de junho de 2012

Kurt Cobain volta à cena em duas novas montagens teatrais


O ator Nicolas Trevijano no monólogo "Aberdeen — Um possível Kurt Cobain", que estreia no dia 7 de julho em SP
DIVULGAÇÃO/ZÉ CARLOS BARRETTA

Líder do Nirvana será lembrado em espetáculos de Sérgio Roveri e João Falcão

RIO - Kurt Cobain tinha um amigo imaginário. Ele se chamava Boddah e os dois conviveram desde a infância até os últimos dias do cantor. Foi para Boddah que o líder do Nirvana ofereceu as palavras de sua carta de despedida, antes de uma espingarda Remington M-11, calibre 20, de três quilos, explodir sua cabeça na estufa da sua casa, em Seattle. Entre a criação de Boddah e o fatídico suicídio de Cobain estão o início e o fim da vida de um dos maiores ícones do rock. E essas duas pontas estarão conectadas em duas montagens teatrais que vão reviver Kurt Cobain nos palcos brasileiros.

Reflexões imaginárias

Marcada para estrear no dia 7 de julho, na Galeria Olido, em São Paulo, a peça "Aberdeen — Um possível Kurt Cobain" foi escrita por Sérgio Roveri e traz o ator Nicolas Trevijano dando voz ao mundo interno e imaginário de Kurt. Na montagem, dirigida por José Roberto Jardim, a ação se passa durante os três dias que separam a morte do líder do "Nirvana" e a descoberta de seu corpo por um eletricista. O outro espetáculo (sem título definido por enquanto) faz parte de um projeto criado por Bruno Gagliasso. O ator, que em 2008 interpretou o pintor Van Gogh em "Um certo Van Gogh", volta a se aventurar entre o consciente e o inconsciente de um artista fora de série e igualmente atormentado, agora com o amparo de João Falcão, que vai assinar a direção e já rascunha o texto, previsto para estrear no começo de 2013. A direção musical ficará a cargo de Alexandre Elias, do sucesso "Tim Maia — Vale tudo, o musical".

"Aberdeen — Um possível Kurt Cobain" começa no momento seguinte ao disparo da espingarda, como se Sérgio Roveri entrasse na cabeça de Kurt, imaginando livremente o que se passa no interior do personagem. E é como se o próprio Kurt estivesse fora de seu corpo e observasse, em panorâmica, sua existência.

— Existe um tom melancólico, mas o que predomina, apesar da verborragia do texto, é um estado de resignação, aceitação de uma situação irreversível, como se a angústia tivesse diminuído. É o alívio após a morte que o suicida talvez busque — diz o autor. — Como se ele não pertencesse mais a este plano e estivesse num lugar superior, onde tudo o que é mundano parece menor. A peça se passa nesse hiato, entre a morte e o momento em que acham o corpo, e ele usa esse tempo em suspenso para refletir.

Como frisa o título, "Aberdeen — Um possível Kurt Cobain" não oferece um retrato real do artista — o que seria improvável dada a narrativa irreal que se passa dentro de um Kurt pós-morte. Reforçando o desprendimento da história oficial, não há referências aos discos do Nirvana, e os nomes de Courtney Love, Dave Grohl e Krist Novoselic nem aparecem — mas Boddah, o amigo imaginário, sim. Estruturado em cinco movimentos, o monólogo mergulha nas idas e vindas da memória de Kurt entre a infância na cidade de Aberdeen e sua morte.

No primeiro, ele lê fragmentos de cartas de fãs — "Era difícil imaginá-lo envelhecendo e feliz", diz uma delas. No segundo, relembra a fria, sombria e tediosa Aberdeen — "Quem nasce ali, pelo visto, tenta ser original ao menos na hora de se mandar desta vida, mas nem isso consegue". No terceiro, alinha a carreira e a nota de suicídio escrita para Boddah — "Já faz muitos anos que eu não sinto prazer em ouvir ou em fazer música...". No quarto, a consciência do morto navega entre os dias em que esteve sumido, planejando o ato — "Como Hamlet, eu tive de escolher entre a vida e a morte". E, no quinto, viaja por temas como família, mulher, filha, carreira, sucesso, dinheiro, vida e, claro, morte — "Eu não sei para onde estou indo, simplesmente não posso mais ficar aqui".

— Embora ele tenha morrido aos 27 anos, acho que as angústias, dúvidas e inquietações que ele tinha acompanham cada um de nós, seja qual for a nossa idade — diz o ator Nicolas Trevijano.

Investigação biográfica

Já a peça imaginada por Gagliasso envereda numa investigação mais biográfica sobre a trajetória artística de Kurt, seus conflitos amorosos e suas canções, que também serão levadas ao palco. O ator, inclusive, já começou a tomar suas primeiras aulas de guitarra.

— Fiz Van Gogh e agora farei Kurt, personagens que não se conformam com o estado das coisas, que buscam encontrar sua identidade real e se livrar das impressões que os outros projetam. Kurt me faz questionar o que é o sucesso, o que representa uma trajetória artística e a própria vida — ele diz.


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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Animação 'Yellow submarine', dos Beatles, é relançada

Desenho sai pela primeira vez em Blu-ray, DVD e no iTunes. 
Nova edição do clássico desenho de 1968 ressurge restaurada.

O clássico desenho animado "Yellow submarine", de 1968, que tem os Beatles como personagens e autores da trilha, está sendo lançado pela primeira vez em blu-ray e no iTunes, além de ganhar nova edição em DVD, numa versão remasterizada que traz novos detalhes sobre o seu processo de criação.

Além disso, uma nova edição compacta, de capa dura, do livro ilustrado "Yellow submarine" também está disponível. A obra, que pode ser encontrada em lojas e naBeatles Store, terá uma versão digital interativa, disponível para download grátis no iTunes.

No filme, os quatro Beatles enfrentam os Blue Meanies e seu exército de monstros no mítico e pacato mundo de Pepperland. Quase tão intrigante quanto o enredo é a produção dessa animação psicodélica e experimental - especialmente porque, em princípio, a banda não estava muito a fim de participar, segundo relatos dos realizadores à Reuters.
Os Beatles tinham contrato com a United Artists para fazer três filmes. Os dois primeiros ("Os reis do iê-iê-iê", de 1964, e "“Help!", de 1965) foram um sucesso, mas em 1967 os músicos já haviam se desinteressado de filmar.

Al Brodax, que já produzia um desenho animado dos Beatles, que ia ao ar nas manhãs de sábado pela ABC, então convenceu a United Artists e o empresário dos Beatles, Brian Epstein, a deixá-lo fazer um longa-metragem que honrasse o contrato. "Eu me voluntariei para o terceiro filme", disse Brodax. "Tudo o que os Beatles precisavam fazer era contribuir com quatro novas músicas."

Bob Hieronimus, autor de uma vasta pesquisa sobre "Yellow submarine", diz que o diretor George Dunning então trouxe outros talentos da animação para o projeto - inclusive o alemão Heinz Edelman, responsável pelo aspecto geral do filme.Mas os Beatles não gostavam do humor vulgar do desenho animado da TV, e achavam que "Yellow submarine" iria pelo mesmo caminho, segundo contou o diretor de animação do filme, Bob Balser.

"Ele desenhou um incrível grupo de personagens dos Blue Meanies e seu exército. Ele realmente gostava de criar todas as interessantes armas deles", disse John Coates, que foi o produtor original da animação.

Então, quando os Beatles viram o filme saindo do estúdio, perceberam que não tinha nada a ver com a animação da TV, e abraçaram o projeto, decidindo inclusive rodar uma sequência "em carne e osso" que aparece no final.

Embora o roteiro tenha sido desenvolvido pelo dramaturgo Lee Minoff, grande parte da trama foi criada pelos animadores. "Acho que havia uns 20 roteiristas no filme, mas foi realmente um grande esforço colaborativo", disse Balser.

O filme já havia sido lançado em DVD em 1999. Para a cópia restaurada, o estúdio Eque Inc., de Hollywood, se baseou no negativo original, retrabalhado fotograma por fotograma, ao longo de meses - um total de mais de 130 mil imagens.

Balser disse que, se o filme fosse refeito hoje com o auxílio de computadores, não seria o mesmo. "O que você vê é a alma das pessoas trabalhando em um filme. É arte."

Fonte: G1

Poster raro dos Beatles vendido por 33.000 euros

Um poster raro, usado para promover um concerto dos Beatles no Cavern Club, em Liverpool, foi vendido em leilão por 27.500 libras (cerca de 33.000 euros).

O concerto aconteceu a 30 de Novembro de 1962 e o poster que o anuncia, pintado à mão, foi vendido em leilão por cerca de 33.000 euros.

Segundo a Christie's, que assegura diversos leilões, esta é a única cópia do cartaz.

"Posters deste período na história dos Beatles são extremamente raros e apenas se conhece a existência de alguns cartazes que anunciam concertos no Cavern Club", assegura um representante da Christies.

No mês passado, uma fotografia rara dos Beatles em Abbey Road foi vendida por cerca de 19.000 euros e uma carta escrita por Paul McCartney foi conseguida por aproximadamente 43.000 euros.

Fonte: DN Artes

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Amy Lee Alfineta Gravadora


O Site 'MusicWeb' entrevistou a vocalista do grupo Evanescence, e durante a entrevista Amy Lee falou sobre sua gravadora e singles, dando algumas alfinetadas básicas, confira:

Três dias atrás, você lançou o single de ”Lost in Paradise”, não é?
Acho que sim. A gravadora está fazendo o que ela quer, por isso é difícil para mim ver o que está acontecendo. (risos) “Lost in Paradise” é uma dos minhas favoritas no álbum, ela foi escolhida para ser single. Sem dúvida vamos fazer um clipe para ela.

No CD Single, você adicionou uma versão ao vivo de “My Immortal”…
Não fiz nada! A gravadora que fez tudo.

Então você ficou fortemente contra a isso?
Sim.

Pelo que você diz, você deve lutar muito com a gravadora, certo?
Luto sempre. (risos) Ainda é uma luta, se você realmente ama o que faz. A razão pela qual estou aqui é porque eu amo fazer música, eu amo nossos fãs, eu estou muito feliz que eu possa fazer música que eu gosto. Quando se trata de negócios, é sempre frustrante. É difícil, você não pode se prejudicar pelo fato de falar que isso é uma droga, porque não é verdade. Você só pode olhar no bom sentido e lembre-se do mais importante: os shows, a música e os fãs.

ENTREVISTA COMPLETA ABAIXO:

Como você está?
Me sinto ótima. Obrigada. Na verdade, estou ansiosa para chegar a Praga pela primeira vez.

Como está sendo a turnê na Espanha? Como foi o último show?
Hum… Qual foi o último show mesmo? Houve tantos. (risos) O último foi em Madrid, no Sonisphere, com o Metallica. Foi uma noite muito selvagem, entramos no palco às duas e meia da manhã. Foi incrível como muitas pessoas esperaram para nos ouvir tocar. Nós tocaríamos há uma e meia, mas os técnicos do Metallica precisavam de mais tempo, eles também precisavam de mais tempo e assim por diante. Na hora em que o show do Metallica terminou, eu achei que todos os fãs iriam sair, mas eventualmente muitos deles permaneceram. Acontece que temos fãs muito fiéis, foi um bom show.

Você espera esse tipo de fãs aqui na República Checa?
Eu não sei o que esperar. Mas eu acho que seria ótimo. Os fãs me pediram no Twitter e no Facebook para que fizéssemos um show aqui.

Você vai mudar o setlist? Vai ser mais transversal, ou com músicas novas, especialmente?
Terão músicas velhas e novas, será uma mistura agradável e equilibrada. Um pouco dos dois.

Três dias atrás, você lançou o single de ”Lost in Paradise”, não é?
Acho que sim. A gravadora está fazendo o que ela quer, por isso é difícil para mim ver o que está acontecendo. (risos) “Lost in Paradise” é uma dos minhas favoritas no álbum, ela foi escolhida para ser single. Sem dúvida vamos fazer um clipe para ela.

No CD Single, você adicionou uma versão ao vivo de “My Immortal”…
Não fiz nada! A gravadora que fez tudo.

Então você ficou fortemente contra a isso?
Sim.

Pelo que você diz, você deve lutar muito com a gravadora, certo?
Luto sempre. (risos) Ainda é uma luta, se você realmente ama o que faz. A razão pela qual estou aqui é porque eu amo fazer música, eu amo nossos fãs, eu estou muito feliz que eu possa fazer música que eu gosto. Quando se trata de negócios, é sempre frustrante. É difícil, você não pode se prejudicar pelo fato de falar que isso é uma droga, porque não é verdade. Você só pode olhar no bom sentido e lembre-se do mais importante: os shows, a música e os fãs.

O que você acha do novo álbum? Você está satisfeita com o trabalho que você fez?
Com certeza. Eu acho que é o melhor álbum que nós fizemos. Quero dizer… eu sou um pouco perfeccionista. Tenho orgulho de tudo o que fizemos, mas a última coisa… tirando os vocais - que foram os mais difíceis, eles são mais exigentes e as letras significam muito para mim, porque elas refletem minha vida atual. Passamos quase dois anos preparando esse álbum, que é muito tempo, mas valeu a pena.

Você é perfeccionista quando se está no estúdio?
Geralmente, já temos as músicas prontas antes de irmos para o estúdio, a maioria das letras, a estrutura da música, para que possamos entrar e gravar. Mas quanto você entra em estúdio, é inspirador. Neste álbum, trabalhamos com o produtor Nick Raskulinecz, que nos inspirou tremendamente. Trabalhar com ele foi incrivelmente criativo, chegamos com ideias e um monte de coisa mudou.

Você prefere casas de shows ou festivais?
Se eu tiver que ser realmente honesta, prefiro as casas de shows. Não há vento, chuva, lama, frio, calor, sol… (risos) Não depende de sorte, você tem tudo sob controle. É sempre encantador se perguntar, ‘Então, vamos tocar no Rock Am Ring e Rock Im Park?’. É muita pressão, você não pode tê-lo sob controle, você não consegue lidar com tamanha quantidade de pessoas, mas é absolutamente incrível e estou feliz por termos tido a oportunidade de tocar nesses festivais.

Você tem algo a dizer aos fãs?
Mal posso esperar para finalmente se encontrar com vocês. Na verdade, estou ansiosa, vai ser incrível. Espero que vocês aproveitem o show e espero se encontrar com o maior número de fãs. Obrigada, é uma grande honra para nós tocar para vocês.


TRADUZIDO POR Amy Lee Brasil

terça-feira, 12 de junho de 2012

Dave Grohl vai ao lançamento do filme sobre Whitney Houston

Astros da música como Dave Grohl, líder do Foo Fighters, e LL Cool J participaram, nessa segunda-feira (11), do lançamento do filme A Death In The Family: The Show Must Go On, no Leonard H. Goldenson Theatre, na Califórnia. Feito pelos produtores do Grammy Awards, o documentário mostra o impacto que a morte da cantora Whitney Houston teve no meio musical, especialmente na premiação de 2012.

Whitney morreu em um sábado, dia 11 de fevereiro. O Grammy estava marcado para o domingo seguinte, dia 12, o que fez com que a equipe do evento se organizasse em poucas horas para criar uma homenagem à artista. Para isso, contou com a ajuda de alguns dos músicos que estariam por lá, como Dave, LL Cool J, Bruce Springsteen e Jennifer Hudson - nomes que aparecem em cenas do filme.

Fonte: Terra

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dave Grohl Deixa Gorjetas de Mil Dólares

Dave Grohl com toda sua simpatia fez a felicidade dos garçons do bar Smith & Wollensky e do restaurante do Rittenhouse Hotel, ambos na Filadélfia. O líder dos Foo Fighters, que estava na cidade por causa de um casamento, em duas noites deixou gorjetas de mil dólares para os funcionários dos dois estabelecimentos.

Numa notícia do Spinner, outros astros foram lembrados pelo mesmo comportamento. Jessica Simpson já deixou gorjetas de 300 e 500 dólares num restaurante de Nova Iorque. Outra cantora que fez o mesmo foi Beyoncé quando jantou com Jay-Z noutro restaurante da “big apple”, deixando 500 dólares para os garçons. O mesmo para Bono num estabelecimento de Tel Aviv.

Assim como há uns como Dave Grohl, há outros que deixam autógrafos como Usher, 10 dólares comoBarbra Streisand e Mick Jagger ou mesmo dar a gortjeta após 3 ou 4 horas após chegar a conta como Axl Rose.